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Perda de Massa Óssea e doenças associadas

Quais as doenças associadas à perda óssea não tratada?

A principal delas é a diabetes. O paciente sem diabetes que tem perda óssea perde cerca de um milímetro de osso por ano. Já o paciente com diabetes e perda óssea tem uma perda óssea de cerca de dois e meio milímetros por ano.

Pois a perda de massa age de uma forma muito rápida, formando bolsas, que são bolsas de infecção. E mutuamente, as taxas de glicemia também aumentam nos pacientes diabéticos, saltando de cento e quarenta para trezentos e vinte e quarenta.

Igualmente importante, primeiro, dentro dessas gengivas descoladas, onde estão as bolsas, existe retenção de resíduos e bactérias. Essas bactérias eliminam as enzimas que alteram o metabolismo das células da medula, impedindo-os de se reproduzirem.

Segundo fato importante, a área dentro da bolsa periodontal é uma área muito vascularizada. Quando há uma inflamação naquela região, vai haver naquele órgão inflamado uma vasodilatação capilar, que consegue mandar uma maior quantidade de sangue e maior quantidade de glóbulos brancos para combater aquela infecção. Isso é uma reação positiva. Porém com a vasodilatação capilar, o vaso incha-se de tal forma que faz com que a membrana do órgão fique permeável. Nesse momento, algumas bactérias dessa bolsa penetram através da parede e vão parar na circulação. Dentro da circulação, essas bactérias continuam a eliminar enzimas, e essas enzimas é um coagulante poderoso. De acordo com um estudo longitudinal da Universidade de Cornell essas enzimas fazem com que o sangue passe a ficar mais denso, onde começa a fazer placas de ateroma, coágulos dentro do sangue, que pode gerar um acidente vascular.

Portanto, o paciente que tem perda de massa óssea e não trata está dentro de um grupo de risco desse tipo de acidente.

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