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Perda de Massa Óssea, Periodontite e a passagem aos implantes

A passagem aos implantes: sem osso bom não se faz implante? Nao!

Uma vez o tratamento periodontal tendo sido feito, tendo se conseguido uma vascularização do suporte ósseo, então aplicamos os implantes.

Hoje temos implantes de extrema qualidade. Implantes estruturalmente com o mesmo design da forma da raiz de um dente, com uma superfície externa quimicamente ativada. Isto quer dizer que colocamos um implante dentro do suporte ósseo e começamos a notar que ele começa a produzir estímulos de fatores de crescimento. E são esses fatores de crescimento que fazem com que células mensageiras busquem outras células, que são células mais indiferenciadas, que se aglutinam ao redor do implantes e elas começam a fazer a matriz orgânica óssea. Esse e um processo que ocorre mais ou menos em uma semana.

Na segunda semana, as células de pluripotencia induzidas que ali colocamos se transformam em osteoblastos. Estes começam a mineralização e cristalização da matriz orgânica que foi feita na primeira semana. Por exemplo, se colocamos os implantes hoje, em quatorze dias já estamos colocando uma prótese parafusada sobre ele. Em muitos implantes que não seguem estes fundamentos científicos, coloca-se um implante e só depois de noventa dias, e o implante ainda não estará osseointegrado devidamente porque ou não se fez o tratamento periodontico adequado ou porque nao se fez uso de implante de ciência e tecnologia correto na área.

Um implante sobre uma ossatura tratada tem tanta segurança quanto à de uma pessoa com os dentes normais?

Idealmente, quando rosqueamos o implante no suporte ósseo, é que consigamos uma ancoragem primaria [fixação] de trinta e cinco Newtons. É um excelente torque, uma excelente fixação. O osso responde como se o paciente nunca tivesse tido problema de ossos. E não há o perigo de rejeição.