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Prótese sobre implante: procedimentos

Quais são os procedimentos? Entenda como é feito uma prótese sobre implante!

Em todo implante há a primeira fase, que é a fase cirúrgica, quando colocamos o pino de titânio dentro do suporte ósseo.

Em seguida, aguardamos um determinado tempo para que haja a ósseo integração desse pino. Depois isso, entramos na segunda fase quando se abre o implante e trabalha-se sobre a fase protética sobre o pino.

No momento em que abrimos o implante, retiramos o coverscrew, tapa implante, e colocamos o cicatrizador, cuja função é formar gengiva ao redor do implante de tal forma em que no momento em que formos fazer a parte protética já tenhamos a quantidade de gengiva inserida ao redor do implante. Portanto retira-se o cicatrizador e colocamos o transferente, que transferimos através de uma moldagem para se fazer o modelo do trabalho.

Quando temos a moldagem e o transferente já posicionados na moldagem pedimos a fábrica um análogo, que é um implante igual aquele que está dentro do suporte ósseo do paciente, ou seja, reproduzimos no modelo o mesmo tipo e a mesma plataforma do implante identicamente ao que está na boca do paciente. E só aí é que começamos o trabalho protético.

Em seguida colocamos o que se chama intermediários de prótese, que são conexões que são parafusadas ao implante e a prótese sobre o implante será colocada e parafusada sobre o intermediário.

Isto quer dizer, não fazemos a prótese sobre implante parafusado direto na rosca interna do implante. Fazemos isso pois se por alguma razão o parafuso se quebrar, perdemos o implante.

Fazemos então o intermediário, usamos o microunity, parafusado dentro do implante, e em seguida a prótese é parafusada sobre o microunity. Portanto, usamos dois parafusos, e nao um só parafuso.

O parafuso no micro unity é definitivo, com um torque de 35 newtons. Não se mexe mais nesse parafuso. Vamos fazer a partir daí a prótese intermediária que vai ser colocada sobre esse micro unity.

A estrutura necessária:

Fazer uma ponte sobre quatro pilares é uma coisa. Fazer uma ponte sobre uma estrutura reforçada com mais de quatro pilares é um coisa muito diferente. Esta é uma comparação bem justa, dado que funciona assim também como os implantes.

Portanto, dada a possibilidade de numa estrutura ser colocada vários pilares, e o paciente tem osso, a distribuição de forca será melhor distribuída.

Nesse sentido, como dito anteriormente, se o paciente quiser economizar, será um bom negócio financeiro. Mas do ponto de vista da ciência e tecnologia será um mau negócio pois terá menos pilares de implantes do que deveria.

Uma peça sobre quatorze pilares vai ser muito mais eficaz que uma peça sobre quatro pilares.

Mas se temos quatro pilares, teremos de fazer uma peca única sobre quatro pilares. Se temos quatorze pilares, podemos fazer em blocos separados se pode fazer uma peca única ou unitariamente por pilar, ou seja, unindo de molar a molar a peça, usando o central, um lateral, canino, primeiro pré, segundo pré, primeiro molar, segundo molar de maneira separada, o que vai permitir ao paciente o uso do fio dental, por exemplo.

Em geral, os pacientes preferem esse modelo ao modelo de apenas quatro pilares, ou seja, ou peça parafusada unindo toda a boca, ficando a higiene nesses casos comprometida. A higiene ficará mais complexa e demorada. Mas ainda assim é um bom método, pois já é um meio de abandonar a dentadura. O paciente não vai mais usar aqueles palatos de resina que incomodam e ferem a boca, permitindo além disso ao paciente ter mais e melhor degustação.

Portanto temos três soluções, cada uma delas como se fosse uma lupa de graduação, que quanto mais detalhada, melhor.

A primeira, que é a prótese sobre implantes com quatro pilaresa segunda, que é a prótese sobre implantes com vários pilares, mais do que 7 implantes,e a terceira, que é a colocação de implantes unitários, sendo esta a melhor e mais requintada.

É possível fazer implantes em apenas quatro pilares com degeneração óssea no restante dos ossos?

É admissível colocar os implantes onde há osso, e nas outras partes fazemos enxerto celular. Fazemos a prótese fixa, e nas outras partes os ossos vão regenerando. Vai haver osteogênese.

O paciente não pode ficar com aqueles espaços por falta de ossos. Essa razão pela qual a regeneração óssea é muito importante.

Após o tempo necessário para a osteogênese, num segundo turno fazemos os implantes. Isto é, num primeiro passo fazemos os primeiros quatros implantes, e num segundo momento fazemos os outros. Essa é uma técnica bastante usada. Seria implantes colocados em um primeiro tempo cirúrgico e os outros implantes no segundo tempo cirúrgico.

Insistimos ainda na técnica de semeadura. Fazer qualquer tipo de trabalho em implantes com ossos com problemas de nutrição e consequentemente de vascularização não é só arriscado mas não recomendado. Num osso bem nutrido e vascularizado o sucesso é bem maior. Pois, estaremos trabalhando em cima de um osso bom.

Este é o novo paradigma.

Há muitos casos onde o paciente perde o implante pelo fato de o profissional não ter cuidado de preparar o terreno, ou seja, semear a área onde vão se colocados os implantes, sendo a desculpa mais comum dada ao paciente é a de que ele teve rejeição.

Isso é uma afirmação tão incorreta quanto desprovida de ética profissional.

O titânio é uma material biocompatível em termos de bio integração. O osso reconhece o titânio como osso, e raramente há rejeições.

Portanto é absoluta falta de respeito do profissional quando diz que a culpa foi do titânio, sendo que empiricamente e tecnicamente o erro foi no tratamento de preparação do osso, sendo em primeiro lugar a sua revascularização.

Outra desculpa geralmente recai no fato de o profissional alegar que não é periodontista. A melhor solução então é contratar um profissional para fazer o trabalho de revascularização óssea.

Sem um bom periodontia antes de se planejar a colocação de implantes, o insucesso é certo.

Quando o paciente precisa fazer ortodontia deve-se fazer quando os espaços desdentados são muito pequenos. O ortodontista equaliza as distâncias entre os dentes para que a os dentes fiquem proporcionais. Se se faz um implante num espaço muito pequeno, vai ficar um microdente num espaço de macrodente, que funcionalmente e esteticamente pode não funcionar.

Em pacientes que têm perda de massa óssea, jamais poderá ser colocado aparelhos ortodônticos, pois o aparelho vai acelerar a perda de massa óssea.

Nesses casos, primeiro, prepara-se o osso, revascularizando-o em 100%. Após o problema periodontal ter sido resolvido, aí sim coloca-se o aparelho.

Então se pode fazer os dentes com as mesmas medidas dos dentes naturais do paciente. A simetria dos dentes então ficará correta.

Na clínica recebemos muitos pacientes vindos de outras consultórios com erros cometidos na hora de se colocar o aparelho, seja para consertar ou partir no início, a partir do tratamento de periodontia.

Se se colocar o aparelho em pessoas com perda óssea, a perda aumenta numa proporção de quase dez vezes mais.

Portanto, o cuidado geral nessa área é de extrema necessidade.

E isso é uma das vantagens de o Instituto Contatore ser uma equipe interdisciplinar. Ou seja, temos em nossa clínica todas as especialidade que o paciente pode precisar, todos trabalhando em sintonia com o diretor da clínica, Dr. José Vicente Contatore.

Da ortodontia a prótese, dos departamentos de laboratório a pesquisa de material, para trabalhos desse porte, a exigência de uma equipe multidisciplinar deveria ser exigida e sempre enfatizada pois produz constante vigilância e alerta.

Um só profissional que trabalha em varias áreas, onde seria necessário vários profissionais, é sinal de provável trabalho mal feito. Não há fiscalização global. O dentista pode ter boa vontade, mas não é assim que funciona um instituto de odontologia ligado a ciência e tecnologia.

Senão, quem acaba pagando, de outra forma, no bolso e na saúde, é o paciente.