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21 de agosto de 2025
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Tratamento para perda óssea dentária e a biocibernética

A perda óssea dentária é uma condição desafiadora, que pode exigir tratamentos mais complexos e modernos conforme o caso do paciente. Quando não tratada, pode levar à perda dos dentes e problemas que comprometem a saúde como um todo.

Mas há uma boa notícia: existem tratamentos modernos e altamente eficazes para a condição, com abordagens inovadoras como a biocibernética bucal. Hoje, é possível ter diagnóstico e tratamento precisos, eficazes e integrados.

Aqui neste artigo, você confere o que é perda óssea dentária, suas causas, sintomas e os tratamentos mais eficazes, incluindo as soluções avançadas que integram o conceito de biocibernética oral. Vamos lá?

Dentista mostra ao paciente uma foto da mandíbula e indica um problema

Fonte: Freepik

O que é a perda óssea dentária?

A perda óssea dentária é a reabsorção do osso alveolar que sustenta os dentes. A deterioração do osso pode deixar os dentes instáveis e móveis, com alta possibilidade de queda. 

O processo de reabsorção óssea pode ser lento e indolor no início, o que torna o diagnóstico precoce mais difícil. Com o tempo, ele gera impactos funcionais e estéticos significativos.

Os avanços da odontologia regenerativa e o apoio da biocibernética dental possibilitam interromper esse processo e reverter parte dos danos, trazendo maior qualidade de vida ao paciente.

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Causas mais comuns da perda óssea dental

A principal causa da perda óssea dentária é a doença periodontal, sobretudo em sua forma avançada, conhecida como periodontite. Essa condição é uma inflamação crônica das gengivas e dos tecidos de suporte do dente, provocada pelo acúmulo de placa bacteriana e tártaro. 

A periodontite não tratada destrói gradativamente os tecidos que sustentam os dentes e o osso alveolar. A perda óssea também pode ter outras causas, como:

  • Bruxismo: o hábito de ranger os dentes, muitas vezes associado ao estresse ou desequilíbrios emocionais, gera uma pressão excessiva nos dentes e estrutura óssea, acelerando o desgaste;
  • Perda dentária sem reposição: a ausência prolongada de um dente estimula a reabsorção do osso no local;
  • Traumas e infecções locais: acidentes, cirurgias mal conduzidas ou infecções não tratadas podem resultar em perda óssea;
  • Doenças sistêmicas e desequilíbrios posturais: distúrbios como diabetes, osteoporose e desalinhamentos da coluna ou mandíbula afetam a integridade do sistema estomatognático como um todo, contribuindo para o problema.

Sintomas da perda óssea dentária: sinais que acendem o alerta

A condição se inicia de forma silenciosa, por isso é importante prestar atenção a sinais discretos que podem indicar perda óssea em andamento. Confira quais são:

  • Mobilidade dentária (dentes que se movimentam ao mastigar ou escovar);
  • Retração gengival, deixando os dentes com aparência mais longa;
  • Sensibilidade aumentada;
  • Mau hálito persistente;
  • Sangramentos frequentes ao escovar ou passar fio dental;
  • Espaçamentos que surgem entre os dentes com o tempo;
  • Dor ou desconforto ao mastigar alimentos mais duros

Outro ponto importante é que as dores na mandíbula, pescoço, cabeça e nos ombros podem estar relacionadas ao comprometimento funcional da arcada dentária. É aqui que entra a biocibernética bucal com uma visão ampliada sobre esses sintomas.

Tratamentos para perda óssea dentária: da regeneração à biocibernética

O tratamento dentário para perda óssea exige uma abordagem individualizada, que combine técnicas tradicionais com tecnologias avançadas. A seguir, veja as principais opções disponíveis:

1. Raspagem e alisamento radicular

A raspagem profunda remove o tártaro acumulado abaixo da gengiva. Essa etapa é essencial para eliminar focos de infecção e evitar que a perda óssea avance. É o tratamento mais indicado para casos simples e iniciais.

2. Antibióticos e controle da inflamação

O uso de antibióticos locais ou sistêmicos ajuda a controlar a proliferação bacteriana. O tratamento é associado ao procedimento de raspagem e higienização adequada dos dentes e boca. 

3. Cirurgias periodontais e enxertos ósseos

É possível recorrer a procedimentos de regeneração óssea guiada quando há perdas ósseas mais significativas. Neles, utiliza-se biomateriais ou enxertos para estimular a formação de novo osso na região afetada.

4. Reabilitação com prótese sobre implantes

A reposição dentária com implantes ajuda a estimular o osso local, evitando nova reabsorção. É fundamental realizar esse processo com acompanhamento especializado para garantir sucesso em longo prazo.

5. Integração com a biocibernética bucal

A biocibernética bucal propõe uma visão holística, entendendo que a perda óssea dental pode não ser um problema isolado e envolve outras estruturas do corpo.

O tratamento que segue essa abordagem atua no reequilíbrio funcional da boca e do corpo, com a possibilidade de uso de aparelho biocibernético para corrigir mordida, melhorar a postura, aliviar tensões musculares, entre outros.

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